Fazer rápido é o mote do trabalho contemporâneo. Às vezes, mais do que fazer bem. E talvez seja exatamente esse o problema de muitas empresas: como suprir as demandas por velocidade sem perder a linha e comprometer o produto final.
No primeiro capítulo do livro 47 Ways to Make Your Organization Exceptional, de John G. Miller, o autor chama atenção para possíveis caminhos que podem contribuir para responder aos anseios modernos. Senso de urgência é uma das características mais recorrentes em empresas eficazes. Saber que algo precisa ser feito e que pode ser feito rápido resolve metade de um problema.
Objetividade também ocupa um importante papel nessa equação em busca do melhor trabalho no mais curto espaço de tempo. Com um exemplo simples, ele ilustra a ideia: se você sabe que tem uma cobra no escritório e que é preciso matá-la, não vá pesquisar de onde ela veio, quem a deixou ali ou qual é a sua espécie; apenas corte a cabeça dela.
Entretanto, fazer rápido não deve ser confundido com fazer de qualquer forma. Cada processo e trabalho deve ter seu tempo para ser edificado. Quando se diz que o trabalho deve ser feito o mais rápido possível, é preciso ter controle sobre esse conceito de possível. Assim, o produto final tem qualidade, quem participa do processo não fica estressado e ainda desenvolve um senso de urgência que é produtivo. Se um funcionário liga velocidade a fazer de qualquer jeito, fica desmotivado, descoordenado e estressado. É um caminho muitas vezes sem volta, numa velocidade maior do que a que costuma se exigir sem critério.











